Ela varria as folhas e o pó para o pequeno
quadrado destinado ao que é vivo.
O resto é concreto.
Não saia dai plantinha, não cresça
Não perturbe a paz da cidade.
Não pode o verde, não pode o pó,
não pode o silêncio. o vento também não pode
mas, ele vence.
Tudo tem sua hora, seu lugar
E fica o verde aprisionado dentro de parques,
seu santuário.
Não corre criança.
Não late cachorro.
Não chore.
Um comentário:
Nossa Elaine que bonito!!! parabéns mulher, mulher de talento, guerreira, a arte e a indignação sempre andam de mãos dadas... abuse sempre.
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